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| Reveillon
2008 |
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Página
1
E
assim começamos 2008...
Sorrindo
para ele! |
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Domingo 30 de Dezembro, pela manhã
Nosso
grupo aparece, partindo em seu primeiro Passeio |
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| Manhã
de Domingo: 30 de dezembro de 2007 - escrevi em minha Agenda:
"Partíamos a caminhar, saindo juntos,
o que já nos mudava a sensação de tempo...
Nosso objetivo era contemplar, sentir a simples e nova sensação
de passear
em grupo, munidos da antiga indumentária do Cajado e do Chapéu
de Palha,
o que já nos fazia diferentes; andarilhos que podemos ser... |
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reunindo
na frente da sede do Morgenlicht
Vista parcial do painel da Amélia Toledo |
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| O preparo, nossa concentração
e os meios: sapatos para caminhar, bastões e os chapéus... |
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um dos caminhos do Morgenlicht, saindo por trás da Pousada |
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Partimos pelos caminhos da
fazenda, sem nos apercebermos que de lá não saíamos...
E uma sensação diferente de continuidade se fazia sentir;
hoje eu percebo |
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caminho
de framboesas silvestres |
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| Guias naturais da descoberta
da Aventura e do êxtase da novidade, as crianças tomam à
frente do que fomos em passado e, lentamente, voltamos a nos sentir como
elas, gostando do mágico redescobrir da vida simples |
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| Os limites da fazenda com a estradinha
que dá acesso ao Morgenlicht mantém a mesma continuidade de
seu interior, pois o vilarejo de Boa Vista é constituído e
mantido por uma união entre seus agricultores, artesãos, moradores
e vizinhos; criando em cada propriedade uma fronteira de amizade |
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Encontramos
a estradinha que liga as propriedades da região... |
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| Em todos os sentidos éramos
acompanhados pelos cães da fazenda e também buscávamos
a outros acompanhar... |
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Avistamos
nossos vizinhos e amigos |
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| Desse ponto mais alto divisamos os vizinhos com
suas terras cultivadas, pois a região ainda mantém-se agrícola
e com suas tradições vigentes. Uma difícil batalha
contra a tendência moderna, de perda de identidade e valores, que
ocorre no meio rural em toda a região da chamada antiga “Roça”.
Boa Vista ainda subsiste lutando em sua cultura |
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O
Morgenlicht e seus companheiros |
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| A cerca atrás do Carlos
(em amarelo), limita a propriedade cultivada de seu vizinho e amigo, o ‘Isaltino’,
que ainda vive de agricultura com seus filhos. Atrás, as terras do
Morgenlicht, parte ainda verde e não tocada, com finalidade de “área
de preservação da Mata Atlântica”, onde a capoeira
volta a ser floresta, as árvores terciárias permitirão
o Ciclo das Secundárias (árvores maiores) e, o uso agrícola
do ciclos de exploração anterior têm agora uma grande
reserva em floresta, a fim de que “matrizes fortes” da mata
voltem a se desenvolver. O Morgenlicht é a maior reserva de Mata
Atlântica da região de Barra Alegre, Bom Jardim; responsável
pelo grande percentual de florestas da região, e o maior regenerador
do “efeito estufa” que se abate sobre nosso clima |
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funções
da área da preservação da Mata Atlântica |
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| O Carlos faz-nos passar por um
de seus sonhos na propriedade, que serve de terapia a homens, à terra
(que se regenera da exploração de monocultura anterior), às
águas (que voltam a aflorar em nascentes e riachos preservados, pois
a fazenda permite a floresta reviver); e ao ar (como o maior regenerador
do efeito do monóxido de carbono e seus derivados da energia de Combustão,
na região) |
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| Vejo agora, revendo as fotos,
os sorrisos e olhares despertos, que nossos chapéus não conseguem
ocultar |
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| ...nessa, "mandaram-me dizer"
que a colocaram pois também faço parte do grupo e que tenho
que sair numa das fotos do João e do Yuri, junto aos outros... |
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esta
trilha é chamada de "Caminho da Mata" |
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| Belo e antigo caminho, onde o
sentimento integrado de humanidade, natureza e estrada, e a coroa simples
da palha, que o homem não consegue matar, o elevam: Seu sorriso! |
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| A modernidade não consegue
esconder o grupal espírito que podemos ser |
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retornamos
à estradinha que liga as propriedade locais e o Morgenlicht |
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| Nas constantes paradas, nossas
cores sorriam à natureza que nos recebia, sem, contudo o concebermos... |
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de
volta ao movimento da "estradinha de terra", diferente em senção
daquele da "trilha" , mas irmanados em nós |
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em
direção à subida do "Alto de Macabú" |
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| E o grupo, mais integrado em
tons de afinidade, segue sem se preocupar com o caminho, mas refletindo,
vejo agora, uma bela composição... |
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o
início de uma subida mais íngreme, que daria sentido ao "esforço"
do passeio, e ao natural prazer do "regresso" |
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| Aqui, penso que o João
conseguiu, numa imagem, integrar-nos com o lugar e suas dimensões
vividas |
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| E fizemos uma roda, ou gira;
bem à carater das de outrora... |
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abandonamos
a estrada e tomamos a subida ao alto das terras do "Marco", com
sua linda plantação: inhame |
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| Ao toque mágico do Cajado
e no Esforço da subida, reaparece o Homem e a Mulher de outrora.
Contemplam o caminho, sua busca e os demais companheiros; a percorrerem
os mesmos antigos caminhos de grupos que construíram a atual obra
em que vivemos |
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terras
cultivads do "Marco" |
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| E tivemos que subir o "caminho
do Marco", ao lindo fruto do trabalho desta família que ainda
planta, irriga e cultiva; e que nos presenteia com seu mirante a um lado,
e a plantação vicejante ao outro |
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Apesar da dificuldade da subida,
o amparo do grupo, apoio recíproco e a cordialidade
tornaram em motivação o cansaço
em conquista individual o esforço de cada um...
O Prazer das pequeninas Aventuras... |
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| E o regalo pelos momentos de
mérito: Água! |
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| Agora, vamos a uma outra
atividade que realizamos, no mesmo dia, e que o João gentilmente
fotografou; para nossa sorte..."Fazendo o Pão" |
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