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Nesse novo caminho, Baixinha
e Marcelo começaram a freqüentar a Igreja do Céu do
Mar, em São Conrado, a primeira igreja daimista no Rio de Janeiro,
onde foram reconhecidos e Baixinha passou a realizar periodicamente giras
de Umbanda para desenvolvimento mediúnico dos filiados.
Os dois conheceram, em Visconde de Mauá, a Igreja Céu da
Montanha e lá também começaram a realizar as giras
de Umbanda, estreitando laços que os levaram a se mudar para esta
comunidade e retomando o antigo projeto de vida comunitária. Lá,
em 1988, Baixinha e Marcelo se fardaram na doutrina do Santo Daime.
Quando se completou o tempo em Mauá, Baixinha, Marcelo e Nilo Maia
mudaram-se para Lumiar, em Nova Friburgo. Lá, os membros que vieram
a formar esta nova comunidade construíram juntos a Cabana Lua Branca
para abrigar os trabalhos espirituais, agora, unindo as linhas da Umbanda
e do Santo Daime, com giras, concentrações e hinários.
O grupo de membros da irmandade foi crescendo, bem como o de visitantes
e assim, o pequeno espaço da Cabana deixou de comportar a todos.
Numa comunicação intuitiva, Baixinha viu o terreno para
a localização da nova casa e a seguir, ela e Marcelo compraram
um terreno na subida para Macaé de Cima, onde começou a
ser construída, no início dos anos noventa, a sede definitiva
para os trabalhos do Caboclo Tupinambá, mentor e guia da Baixinha.
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